Matéria publicada em 04/12/2017 às 23:08:51

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SEDAM com apoio da Polícia Militar combate devastação no Parque Estadual Serra dos Reis, no Vale do Guaporé

 

Visando conter crimes cometidos em áreas protegidas em Rondônia, Técnicos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), coordenado pelo Gestor no Programa ARPA e Gerente do Parque, Ronan Rodrigues Reis, com apoio da Polícia Militar, intensificaram as ações preventivas e repressivas em todo Parque Estadual Serra dos Reis, beneficiada com o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que vinha sendo devastada incontrolavelmente pelos madeireiros locais.

 

 

A ação foi desencadeada pelo Secretário da SEDAM, Coronel PM Vilson, e pelo Coordenador de Unidade de Conservação (CUC), Denisson Trindade.

 

Durante as diligências, realizadas ininterruptamente há mais de seis meses, a equipe constatou uma invasão em massa de madeireiros que estão extraindo ilegalmente madeiras em quase toda extensão do Parque, causando um grande prejuízo ecológico ao Vale do Guaporé.

 

 

PARQUE ESTADUAL SERRA DOS REIS, UMA BELEZA EXUBERANTE DE RONDÔNIA

 

O Parque Estadual da Serra dos Reis está inserido na parte sudoeste do estado de Rondônia, em uma área cuja rede de drenagem contribui para a bacia do Rio Guaporé. Sua extensão de 36.442,2576 hectares, composta por uma floresta “ombrófilas”, caracterizada pelas chuvas intensas e constantes, rica também madeiras nobres, possuindo uma fauna registrada de 152 espécies de aves e 24 mamíferos, acabou se tornando uma unidade conservação da biodiversidade de todo o Norte brasileiro, representando um fator preponderante para o desenvolvimento do ecoturismo e educação ambiental.

 

DESTRUIÇÃO


Tal riqueza acabou chamando a atenção de pessoas gananciosas que tentam enriquecer a qualquer custo. Deixando um verdadeiro rastro de destruição, derrubando de forma ilegal árvores centenárias, como a “Itaúba”, madeira bastante resistentes usadas na construção de cercas e currais. Após serradas dentro da reserva, são vendidas a preço de ouro no comércio negro, chegando a valer R$ 400 reais a dúzia de lascas.

 

Após percorrer quase 20 quilômetros de um carreador de difícil acesso, feito clandestinamente dentro da Reserva e com o uso do DRONE do 2º Batalhão, a derrubada principal foi localizada, porém, ao perceber a presença das equipes, os criminosos fugiram.

 

Só em um dia de Operação, 04 pessoas que estavam extraindo madeiras foram presas saindo do Parque. Eles foram presos e conduzidos para a delegacia de polícia.

 

Em uma propriedade rural, localizada próximo ao Parque, as equipes encontraram cerca de 40 toras de Itaúba que foram extraídas da reserva de forma ilegal. O responsável foi notificado e autuado pelos danos irreparáveis causados ao meio ambiente.

 

De acordo o Gestor no Programa ARPA e Gerente do Parque, Ronan Rodrigues Reis, as ações repressivas continuarão por tempo indeterminado e alertou que ninguém pode entrar no Parque Estadual sem a devida autorização, sob pena de multa e infrações penais.

 

 

Matéria: comando190.com.br

 

 

 

 

 

 


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